11 Março 2010

Olha!…

Em rapidíssima passagem pela relevisão, fui brindada com um discurso assanhado de um tal José Adelino Maltez. Tinha uma ideia assaz vaga de quem pudesse ser, nela cabendo a de que o senhor está convencido de que toda a gente sabe quem ele é. A conversa era cultíssima, com inúmeras citações disso demonstrativas; quando proferiu — convicta ou, mesmo, categoricamente, como tudo o resto — a gloriosa palavra "sáibamos", imputada a "nós", desliguei, não fora, por ter o aparelho ligado, fazer parte daquele nós.

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